Open Journal of Higher Education

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HOMOPARENTALIDADE E ADOÇÃO

Lima, L.F.A1; Oliveira, D.M.A²; Monteiro, G.P³; Asfora, R.L.M4; Silva, T.S.G5; Maia, C.S6
O tema homoparentalidade é muito atual principalmente pela sua demanda judicial ter aumentado. Mesmo sendo um termo recente e até mesmo não ser generalista no meio acadêmico, os trabalhos divulgados nessas diretrizes amplificam não o termo nem a questão de gênero, mas aborda as dificuldades enfrentadas no meio legal e na própria relação do casal. A homoparentalidade será crescente nos próximos anos e requer atenção superior no eixo da adoção, para que o processo de adaptação entre o casal e a criança adotada seja plena, sem ruídos ou que ponha em cheque a questão de gênero. identificar quais os aspectos da vivência na adoção homoparental que são mais difíceis e atitudes que amenizam e ambientam a nova vivência. Realizou-se uma revisão bibliográfica da literatura nas bibliotecas virtuais SCIELO e BVSALUD, utilizando-se os descritores: “Homoparentalidade e Adoção”; “Homoparentalidade e Psicologia”. Como critérios de inclusão foram estabelecidos artigos publicados de 2012 a 2016, nos idiomas português e inglês, que relacionam a Homoparentalidade, adoção, psicologia e a reflexão social. A pesquisa teve como resultado 1.346 artigos, dos quais 31 foram separados por apresentarem alguma relação com o tema, porém, apenas quatro atendiam os critérios de inclusão. A homoparentalidade acarreta consigo peculiaridades, ao se tratar de adoção de casais de mesmo sexo, compreende-se que o casal deve ter muito bem definido a necessidade de parentalidade e não apenas o desejo de ajudar uma criança, que por si só isto não justifica o ato de adotar, além disso, estes casais ainda se deparam com uma obrigatoriedade maior de poder ofertar suporte financeiro para a criança, boas escolas, bom padrão de vida, causando uma espécie de entrave para a conquista da adoção em visão de casais de classe média, portanto os casais tem se instruído cada vez mais e buscando qualidade de vida para sí e automaticamente proporcionar a criança esta qualidade, buscando também maior apoio judicial para que não sejam ‘vetados’ sem motivos claros ou diferentes dos necessários a qualquer adoção. Muitas barreiras são enfrentadas quando se trata de adoção e especialmente quando vamos para o eixo da homoparentalidade, tamanha burocratização e entraves leva a redução dos índices de adoção o que é claramente ruim, onde deve-se buscar aumentar a adoção para proporcionar qualidade de vida para as crianças, encontrar um sentido parental na relação do casal e da criança. A parentalidade leva a maior humanização num relacionamento e engrandecimento pessoal, sendo assim, políticas públicas para este eixo da adoção, assim como a quebra de paradigmas e preconceitos é essencial para a conquista da facilitação de adoção homoparental.

A VOZ DO PROFESSOR MERECE SER OUVIDA

Balbino, E.M.S1; Santos, T.M.V.2; Cruz, T.B3; Santana, M.C.C.P4
Professores são considerados profissionais da voz, pois a docência exige, frequente, a utilização da mesma. Comumente, são diagnosticados distúrbios vocais nessa população. Assim, é de suma importância a realização de ações de promoção em saúde que objetivem o aprimoramento do conhecimento relacionado à saúde vocal. Relatar experiência de uma ação de promoção em saúde sobre saúde vocal realizada com professores de uma escola localizada na capital de Alagoas, executada por membros e tutora de uma liga acadêmica do curso de Fonoaudiologia do mesmo estado. Confeccionou-se um recurso educativo denominado “Saúde Vocal em Tirinhas”, onde imagens que ilustravam os principais hábitos abusivos, sintomas de problemas vocais e hábitos saudáveis para a voz formavam uma tirinha e, a partir disso, foi estabelecido um diálogo referente à temática. Verificou-se que nenhum dos docentes realizava preparo vocal, antes das aulas, e que tinham apenas conhecimentos considerados básicos sobre os cuidados necessários, como a necessidade da hidratação. Muitos apresentavam queixas vocais, entretanto, não faziam acompanhamento fonoaudiológico, alegando, em sua maioria, falta de tempo ou desconhecimento de que essas queixas poderiam ser sintomas de algum distúrbio vocal. Os docentes reconheceram que a voz é um dos seus principais instrumentos de trabalho e que precisam zelá-la. Foram orientados quanto à necessidade de avaliações médica e fonoaudiológica, assim como quanto a aspectos de saúde vocal. A ação realizada proporcionou a percepção da importância de ações como esta para a disseminação de informações, por meio da educação em saúde, visando a promoção da saúde.

O USO DO LÚDICO COMO FERRAMENTA PARA ENSINO DE CIÊNCIAS EM COMUNIDADES

Narciso, M.L1 Souza, F.L2 Lucas, L.A.S3 SILVA, E.V4 Anjos FB.R4 Ferreira Neto, J5. Jimenez, G.C5 Bastos, D.M.S5
O Ensino de Ciências vem, ao longo dos últimos anos, ganhando espaço nas discussões acadêmicas, em função da necessidade de utilização de métodos e estratégias mais atrativos para os alunos. A tendência de aliar o lúdico ao ensino das ciências vem ganhando destaque nas salas de aula, podendo ser observados o uso de jogos pedagógicos, de estórias em quadrinhos, de charges, de peças teatrais, de desenhos. A Palhaçoterapia envolve um profissional, que utiliza técnicas para mostrar e gerar saúde por outros ângulos de vida. A terapia do riso é muito difundida em hospitais, essa prática tornou-se relevante para o aperfeiçoamento do tratamento em crianças hospitalizadas. Esse recurso artístico, é levado nas escolas, creches e ONGs e possibilitando o desenvolvimento pessoal, permitindo ampliar o espírito crítico e o exercício da cidadania. O objetivo do trabalho foi desenvolver oficinas de arte que interligam os aspectos sociais, ecológicos e culturais, buscando a utilização do lúdico no ensino de ciências. Este trabalho foi realizado em uma ONG localizada na comunidade do Bode, bairro do Pina em Recife – PE, com crianças da comunidade local, entre 5 e 12 anos. Atividades didáticas foram selecionadas para estimular o pensamento reflexivo e cientifico das crianças associado ao conhecimento popular. Para efetuar a oficina de sustentabilidade foi realizada com as crianças uma conversa previa, com a finalidade de saber o conhecimento do grupo sobre a temática trabalhada. Em seguida foram confeccionados brinquedos de material reciclável, como: carrinhos de garrafa pet; marca páginas com palito de picolé e flauta de canudos. Para a oficina de montagem de insetos realizou-se um questionamento sobre os organismos coletados, investigando o conhecimento das crianças sobre esses organismos, sua importância ecológica e apresentar as características que os diferenciam. Em seguida foi feita a montagem dos exemplares. Para a oficina de analise vegetal foi realizada uma explicação sobre a anatomia das plantas e sua função. Em seguida foram confeccionadas lâminas para posterior analise em microscópio. Foi possível perceber que a ciência ensinada de modo lúdico e interativo proporciona um melhor envolvimento e aprendizado das crianças. De 15 crianças que participaram das atividades, apenas 3 não demostraram interesse, afirmando que o problema da falta de interesse pelas aulas de ciência ocorra pela ausência de estratégias que possibilitem uma aula mais dinâmica e prazerosa. A experiência é importante para o ensino não só porque dinamiza as aulas, mas também permite ao aluno vivenciar a descoberta, que leva ao entendimento dos fenômenos. A transmissão do conhecimento feita em conjunto à Palhaçoterapia, gera inclusão entre as crianças, alivia a realidade vivida pelas crianças e transmite a informação de uma forma mais clara ao público alvo.

DESVENDANDO A HANSENÍASE: UMA ABORDAGEM PARA A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

Silva, A.A¹; Oliveira, D.G²; Ramalho, M.N.A³
A hanseníase é uma doença infectocontagiosa muito antiga que representa, ainda hoje, um grave problema de saúde pública. Causada pelo Mycobacterium leprae, uma bactéria intracelular obrigatória que tem tropismo pela pele e nervos periféricos. No Brasil a hanseníase é diagnosticada tardiamente, aproximadamente, um ano e meio após o aparecimento dos primeiros sintomas. A falta de informação e a busca tardia pelos serviços de saúde contribuem para o diagnóstico tardio da doença. A Estratégia de Saúde da Família como porta de entrada para os serviços de saúde é responsável pelo diagnóstico, pelo tratamento e por ações educativas para os acometidos com a enfermidade, bem como para seus familiares e toda a comunidade. O profissional enfermeiro como parte integrante da equipe de saúde da família desenvolve atividades como prevenção, controle e tratamento da doença. Esta revisão integrativa objetivou identificar quais são as ações de enfermagem frente ao tratamento de pacientes com hanseníase. A revisão integrativa da literatura foi realizada a partir do levantamento bibliográfico de artigos científicos na base de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Base de Dados de Enfermagem (BDENF) e Scientific Electronic Library (Scielo). Como critérios de inclusão, consideram-se os artigos científicos originais e completos publicados em periódicos nacionais e internacionais em língua inglesa e portuguesa nos últimos dez anos. Foram encontrados 52 artigos, porém 43 artigos foram excluídos por não contemplar os critérios de inclusão da pesquisa, restando 9 artigos para análise do conteúdo, sendo 2 artigos da LILACS, 3 SCIELO e 4 BDENF. Uma das funções da enfermagem é capacitar a equipe, fazer avaliação dermatoneurológica, garantir universalidade e acessibilidade da assistência para todos os pacientes com hanseníase, realizar escuta e comunicação terapêuticas, estabelecer vínculo, confiança e compromisso com o enfermo, contribuindo para diminuir o índice de abandono do tratamento. O enfermeiro deve considerar a singularidade e subjetividade de cada paciente, oferecer apoio e prestar todo esclarecimento acerca da doença, orientar quanto ao uso adequado da medicação e quanto à prevenção de incapacidades, orientar práticas de autocuidado e desconforto decorrente do tratamento. Minimizar o estigma social que a doença ainda carrega, reduzindo o preconceito e a exclusão social dos doentes por meio de ações educativas para a comunidade, além de ser responsável pela supervisão do trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde que orientam a procura da unidade de saúde em caso de suspeita de hanseníase. Nenhum dos artigos trouxe como a enfermagem atua no tratamento de pacientes em caso mais avançados de hanseníase com presença de incapacidades. BDENF foi a base de dados com mais artigos encontrados relacionados à temática. Após realização do estudo ficou evidente a importância da assistência de enfermagem ao paciente com hanseníase e suas atribuições.

HOMOPARENTALIDADE E ADOÇÃO

Lima, L.F.A1; Oliveira, D.M.A²; Monteiro, G.P³; Asfora, R.L.M4; Silva, T.S.G5; Maia, C.S6
O tema homoparentalidade é muito atual principalmente pela sua demanda judicial ter aumentado. Mesmo sendo um termo recente e até mesmo não ser generalista no meio acadêmico, os trabalhos divulgados nessas diretrizes amplificam não o termo nem a questão de gênero, mas aborda as dificuldades enfrentadas no meio legal e na própria relação do casal. A homoparentalidade será crescente nos próximos anos e requer atenção superior no eixo da adoção, para que o processo de adaptação entre o casal e a criança adotada seja plena, sem ruídos ou que ponha em cheque a questão de gênero. identificar quais os aspectos da vivência na adoção homoparental que são mais difíceis e atitudes que amenizam e ambientam a nova vivência. Realizou-se uma revisão bibliográfica da literatura nas bibliotecas virtuais SCIELO e BVSALUD, utilizando-se os descritores: “Homoparentalidade e Adoção”; “Homoparentalidade e Psicologia”. Como critérios de inclusão foram estabelecidos artigos publicados de 2012 a 2016, nos idiomas português e inglês, que relacionam a Homoparentalidade, adoção, psicologia e a reflexão social. A pesquisa teve como resultado 1.346 artigos, dos quais 31 foram separados por apresentarem alguma relação com o tema, porém, apenas quatro atendiam os critérios de inclusão. A homoparentalidade acarreta consigo peculiaridades, ao se tratar de adoção de casais de mesmo sexo, compreende-se que o casal deve ter muito bem definido a necessidade de parentalidade e não apenas o desejo de ajudar uma criança, que por si só isto não justifica o ato de adotar, além disso, estes casais ainda se deparam com uma obrigatoriedade maior de poder ofertar suporte financeiro para a criança, boas escolas, bom padrão de vida, causando uma espécie de entrave para a conquista da adoção em visão de casais de classe média, portanto os casais tem se instruído cada vez mais e buscando qualidade de vida para sí e automaticamente proporcionar a criança esta qualidade, buscando também maior apoio judicial para que não sejam ‘vetados’ sem motivos claros ou diferentes dos necessários a qualquer adoção. Muitas barreiras são enfrentadas quando se trata de adoção e especialmente quando vamos para o eixo da homoparentalidade, tamanha burocratização e entraves leva a redução dos índices de adoção o que é claramente ruim, onde deve-se buscar aumentar a adoção para proporcionar qualidade de vida para as crianças, encontrar um sentido parental na relação do casal e da criança. A parentalidade leva a maior humanização num relacionamento e engrandecimento pessoal, sendo assim, políticas públicas para este eixo da adoção, assim como a quebra de paradigmas e preconceitos é essencial para a conquista da facilitação de adoção homoparental.

DESVENDANDO A HANSENÍASE: UMA ABORDAGEM PARA A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

Silva, A.A¹; Oliveira, D.G²; Ramalho, M.N.A³
A hanseníase é uma doença infectocontagiosa muito antiga que representa, ainda hoje, um grave problema de saúde pública. Causada pelo Mycobacterium leprae, uma bactéria intracelular obrigatória que tem tropismo pela pele e nervos periféricos. No Brasil a hanseníase é diagnosticada tardiamente, aproximadamente, um ano e meio após o aparecimento dos primeiros sintomas. A falta de informação e a busca tardia pelos serviços de saúde contribuem para o diagnóstico tardio da doença. A Estratégia de Saúde da Família como porta de entrada para os serviços de saúde é responsável pelo diagnóstico, pelo tratamento e por ações educativas para os acometidos com a enfermidade, bem como para seus familiares e toda a comunidade. O profissional enfermeiro como parte integrante da equipe de saúde da família desenvolve atividades como prevenção, controle e tratamento da doença. Esta revisão integrativa objetivou identificar quais são as ações de enfermagem frente ao tratamento de pacientes com hanseníase. A revisão integrativa da literatura foi realizada a partir do levantamento bibliográfico de artigos científicos na base de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Base de Dados de Enfermagem (BDENF) e Scientific Electronic Library (Scielo). Como critérios de inclusão, consideram-se os artigos científicos originais e completos publicados em periódicos nacionais e internacionais em língua inglesa e portuguesa nos últimos dez anos. Foram encontrados 52 artigos, porém 43 artigos foram excluídos por não contemplar os critérios de inclusão da pesquisa, restando 9 artigos para análise do conteúdo, sendo 2 artigos da LILACS, 3 SCIELO e 4 BDENF. Uma das funções da enfermagem é capacitar a equipe, fazer avaliação dermatoneurológica, garantir universalidade e acessibilidade da assistência para todos os pacientes com hanseníase, realizar escuta e comunicação terapêuticas, estabelecer vínculo, confiança e compromisso com o enfermo, contribuindo para diminuir o índice de abandono do tratamento. O enfermeiro deve considerar a singularidade e subjetividade de cada paciente, oferecer apoio e prestar todo esclarecimento acerca da doença, orientar quanto ao uso adequado da medicação e quanto à prevenção de incapacidades, orientar práticas de autocuidado e desconforto decorrente do tratamento. Minimizar o estigma social que a doença ainda carrega, reduzindo o preconceito e a exclusão social dos doentes por meio de ações educativas para a comunidade, além de ser responsável pela supervisão do trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde que orientam a procura da unidade de saúde em caso de suspeita de hanseníase. Nenhum dos artigos trouxe como a enfermagem atua no tratamento de pacientes em caso mais avançados de hanseníase com presença de incapacidades. BDENF foi a base de dados com mais artigos encontrados relacionados à temática. Após realização do estudo ficou evidente a importância da assistência de enfermagem ao paciente com hanseníase e suas atribuições.

DOENÇAS NEGLIGENCIADAS E O SEU IMPACTO SOCIAL NAS POPULAÇÕES

Silva T.G¹, Canto V.B2, Ferreira A. G3, Barbosa L.M.S4, Silva M.G.M.S5, Maia C.S6
As doenças negligenciadas são o conjunto de 17 doenças causadas por agentes infecto-parasitários que produzem importante dano físico, cognitivo e socioeconômico principalmente em populações de baixa renda, já que são predominantes em países subdesenvolvidos e com condições precárias de vida, onde há pessoas sem acesso a água tratada e saneamento básico. Estas doenças que não só prevalecem em condições de pobreza, mas também contribuem para a manutenção do quadro de desigualdade, já que representam forte entrave ao desenvolvimento dos países. Objetivos: Evidenciar o impacto social causado pelas doenças negligenciadas. Trata-se de uma revisão de literatura, na qual foram selecionados 6 artigos científicos, publicados nos últimos 5 anos nas bases de dados Scopus da Elsevier e SciELO e cujos critérios de inclusão foram artigos com texto completo disponível. Como descritores foram utilizados: “Doenças negligenciadas” e “Fatores socioeconômicos” nos idiomas inglês e português. Os efeitos das doenças negligenciadas podem ser observados de forma direta pelos indicadores de morbidade e mortalidade, onde no mundo, mais de 1 milhão de pessoas morrem por ano e cerca de três mil morrem por dia vítimas destas doenças. Tais doenças também causam impacto na educação e economia, já que acometem em especial homens e crianças. Além disso, salienta-se o impacto individual relacionado ao estigma e à exclusão social provocados a partir das doenças negligenciadas. As doenças negligenciadas ainda são um dos grandes obstáculos para o desenvolvimento dos países subdesenvolvidos e daqueles com renda média. A prevenção, tratamento, controle ou a eliminação dessas doenças é de extrema importância por dois aspectos: o moral e o socioeconômico. O campo moral corresponde ao princípio de ser de direito do ser humano o acesso à saúde. No aspecto socioeconômico está a possibilidade da liberação do potencial econômico dos países atingidos por estas doenças, visto a possibilidade de novos investimentos.

Adoção; Família; Homoparentalidade; Sociedade

Lima, L.F.A1; Oliveira, D.M.A²; Monteiro, G.P³; Asfora, R.L.M4; Silva, T.S.G5; Maia, C.S6
Na atual sociedade a qual nos deparamos, muitos são os tabus impostos, a adoção não é uma exceção, embora essa ideia venha sendo estimulada e passa por um processo de maior inclusão na realidade das famílias brasileiras. Desde os procedimentos legais até a opinião pública sobre o fato, é possível depara-se com visões deturpadas. Fato este que atrapalha a construção da relação criança-família, visto que esta precisa ser fortalecida nos primeiros anos da adoção e dificulta a ambientação da criança no lar em que ela será acolhida, podendo gerar em maior ou menor grau uma dificuldade de se aceitar, de aceitar a nova família e de até mesmo incluir-se na nova realidade escolar e social. Identificar quais os aspectos da vivência na adoção que são mais difíceis e/ou peculiares, bem como as atitudes que amenizam e ambientam a nova vivência. Realizou-se uma revisão bibliográfica da literatura nas bibliotecas virtuais SCIELO e BVSALUD, utilizando-se os descritores: “Família e Adoção”; “Adoção no Brasil”; “Psicologia e Adoção”. Como critérios de inclusão foram estabelecidos artigos publicados de 2010 a 2016, nos idiomas português e inglês, que relacionam a adoção, psicologia e a reflexão social. A pesquisa resultou em 1.723 artigos, dos quais 74 foram separados por apresentarem alguma relação com o tema, porém, apenas sete atendiam os critérios de inclusão. Nota-se que os quadros de adoção não divergem muito entre si comparados com os aspectos psicológicos gerais, é simples identificar que as famílias passam por um dos dois processos de adoção, seja ele de adaptação simples, de rotina o qual toda família passa ou a segunda categoria onde se agrava para problemas burocráticos e de segurança. Desta forma a nova família também se adapta para serem capazes de ofertar um ambiente estável e seguro no qual a criança possa identificar-se, crescer, tomar contato com a sua história e, enfim, criar a sua própria experiência. A sociedade contemporânea ainda apresenta problemas para com alguns determinados assuntos e o supracitado: a adoção é um deles. Os efeitos de tal visão e burocratização no processo faz com que seja nítido as formas de impacto, desde problemas adaptativos para com a criança ou com a família até complicações jurídicas. No entanto, é importante políticas públicas para a conscientização e campanhas para que seja criada a melhoria nas ideias da sociedade além de uma maior aceitação unida a facilitação para um ato tão nobre como o da adoção, que busca acalento para casais e crianças em busca do papel parental em suas vidas.
  1. Articles of 2019

    OJHE (2019), Vol. 1, Issue 01

    OJHE (2019), Vol. 1, Issue 02

    OJHE (2019), Vol. 1, Issue 03

    OJHE (2019), Vol. 1, Issue 04

    OJHE (2019), Vol. 1, Issue 05

    OJHE (2019), Vol. 1, Issue 06

    OJHE (2019), Vol. 1, Issue 07

    OJHE (2019), Vol. 1, Issue 08

    OJHE (2019), Vol. 1, Issue 09

    OJHE (2019), Vol. 1, Issue 10

    OJHE (2019), Vol. 1, Issue 11

    OJHE (2019), Vol. 1, Issue 12