International Journal of Sex Research

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International Journal of Sex Research (ISSN:2641-3361) is an open access journal publishing research articles, review articles, editorials and letters to the editor.

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Initial decision: 3 days without review, 28 days with review; Time to publication: Accepted articles will be online in 3 days; Final versions after proofreading will be accessible in 8 days.

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O USO DE HORMÔNIOS PELO PÚBLICO TRANSEXUAL E SEUS AGRAVOS A SAUDE: REVISÃO INTEGRATIVA

Andrade C.A.A1; Silva M.E2; Araújo E.C3
Normalmente a referência que se dá à transexuais é que são pessoas cuja expressa de gênero não correspondem ao seu papel social que é lhe atribuído ao nascer. Não havendo assim a identificação entre seu gênero e o seu genital. Ao se falar em gênero não devemos entender como sendo algo que se encontra passivamente inscrito sobre um corpo como se fosse um recipiente sem vida, não sendo uma inscrição cultural de significado em um dado sexo. Ele é um meio de discurso cultural em que há uma natureza sexual produzida e estabelecida como realidade. Quando as transexuais e travestis decidem se transformar, são no corpo que elas localizam os seus principais símbolos do masculino e feminino, investindo conhecimento, tempo e dinheiro e no processo de construção da identidade transexual, um fator importante para esse processo é a tomada de hormônios e colocação de silicone. Havendo assim a construção de sua identidade de gênero transexual. Identificar a demanda de publicações cientificas sobre pessoas Transexuais quanto ao uso de hormônios sexuais e suas complicações à saúde. Trata se de uma revisão integrativa que aconteceu em bibliotecas virtuais e bases de dados. A coleta de dados aconteceu de agosto a outubro de 2015, por dois revisores, o que veio a garantir rigor ao processo de seleção dos artigos. As palavras utilizadas foram selecionadas após busca em Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e Medical Subject Heading (MESH), sendo realizados com os descritores “Pessoas Transgênero’’, “Hormônios “ e “complicações”. Foram encontrados 03 artigos, sendo 02 realizado na Holanda e 01 nos EUA, configurando assim pesquisas vinda de países desenvolvidos economicamente. As categorias profissionais nos estudos foram da área medica (66,6%) e farmacêutica (33,33 %). Houve a predominância de estudos quantitativos. Embora seja um assunto que vem atingindo crescentes números de pesquisas e interesse tanto social quanto cientifico o uso de hormônios por transexuais ainda se configura como uma temática com pouca abrangência, a maioria dos temas envolvendo essa população se encontra centrado na abordagem das doenças sexualmente transmissíveis e/ou prostituição o que acaba por aumentar ainda mais a estigmatização e diminuir a iniciativa de busca por informações relacionadas ao uso correto da terapia hormonal.

IMPORTÂNCIA DA ASSISTÊNCIA QUALIFICADA PARA DETECÇÃO DAS INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO EM GESTANTES

Lacerda, E.D.¹; Eugênio, A.P²; Freitas, F.B.D³; Santos, W.P4; Lima, G.M.B5
As Infecções no Trato Urinário (ITUs), é definida como o crescimento e a multiplicação de bactérias dentro do sistema urinário provocando lesões de graus variáveis que podem atingir qualquer órgão deste sistema. Representam a forma mais comum de infecções bacterianas em gestantes, constituindo a causa mais frequente de internação nas enfermarias obstétricas. A gravidez é uma situação que predispõe ao aparecimento desta infecção, devido às mudanças fisiológicas que ocorrem nesse período, como dilatação das pelves renais e ureteres, pH mais alcalino devido a excreção de quantidades menores de potássio e maiores de glicose e aminoácidos, entre outros. Estes fatores facilita o desenvolvimento das bactérias e estas tornam a ITU um problema relevante que podem gerar complicações durante o período gestacional, agravando tanto o prognóstico materno quanto o fetal. Realizar um resgate bibliográfico sobre as Infecções no Trato Urinário com foco na assistência durante as consultas de pré-natal e ampliar o conhecimento sobre o tema. Trata-se de um estudo de abordagem quanti-qualitativa do tipo revisão integrativa da literatura, a partir de dados organizados e ordenados no sistema de informação online com base em artigos indexados em periódicos como a Biblioteca Virtual de Saúde – BVS e Scielo. Foi utilizada como estratégia de busca os termos: Cuidados de Enfermagem, Gravidez e Infecções Urinárias. Como critérios de inclusão, foram delimitados os artigos disponíveis na integra do período de 5 anos (2011-2016) e nos vernáculos: Espanhol, Inglês e Português. Feita a seleção dos estudos, oito (08) artigos constituíram a amostra selecionada e incluída nesta revisão integrativa. Segundo o levantamento da literatura, as Infecções no Trato Urinário em gestantes é de grande importância em função da elevada incidência neste período da vida e dos impactos sobre a saúde da mulher e do feto. Diante desta premissa, uma assistência qualificada durante as consultas de pré-natal é fundamental, uma vez que o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são essenciais para o melhor prognóstico materno-fetal. Nas consultas, é necessário ter uma atenção redobrada com as formas assintomática da infecção, por ser um importante fator predisponente de pielonefrite em gestantes. Deste modo, é imprescindível que os enfermeiros durante o pré-natal prestem uma assistência adequada e não negligencie a solicitação de exames laboratoriais, visto que um simples sumário de urina e uma urocultura pode detectar precocemente as ITUs e desta forma, podem evitar serias complicações futuras, como parto prematuro, recém-nascido de baixo peso e óbitos. É de extrema importância o papel a ser desempenhado pelos profissionais de saúde envolvidos no acompanhamento pré-natal, para que promovam o diagnóstico precoce, seguido de terapêutica adequada e imediata, evitando o comprometimento do binômio mãefeto.

EFEITO DA GELDANAMICINA NA INFERTILIDADE TESTICULAR: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Silva G.A1; Araújo M.C.M1; Pinheiro R.D1; Neto V.L.P1; Tenório F.C.Â2; Tenório B.M.3
As proteínas da família HSP90 (heat-shock protein) desempenham um importante papel no ciclo de crescimento, sobrevivência e desenvolvimento celular, bem como em processos como apoptose, angiogênese e oncogênese. O domínio N-terminal da HSP90 contém o local de ligação para o ATP e é nesta região que ocorre a interação entre a enzima e o inibidor que compete com o ATP para o local ativo. A geldanamicina é uma substância que induz a degradação de proteínas mutantes em tumores que afetam a infertilidade testicular. Este efeito é o resultado de inibição de HSP90 que normalmente atua para manter a dobragem correta de proteínas mutantes. Elaborar uma revisão de literatura sobre o efeito da geldanamicina na infertilidade testicular. Tal revisão foi realizada por meio de pesquisas em sites científicos como Pubmed, Science Direct, Scielo, High Wire e em revistas de excelentes fatores de impacto. Estudos recentes tentam revelar a associação entre essa família e a infertilidade masculina, pois expressões anômalas dessas proteínas e desses fatores têm sido observadas em homens estéreis e em animais. Há sugestões de que essa proteína esteja associada à motilidade espermática. Sendo assim, tem-se pensado nessa família como alvo para tal tratamento. Sabendo-se também que a geldanamicina inibe seletivamente a proteína de choque térmico HSP90, bloqueando efeitos estimuladores do estradiol, tem-se a ideia de utilizar tal droga como tratamento para a infertilidade testicular, que afeta 10% dos casais em idade reprodutiva em todo o mundo. A geldanamicina pode ser utilizada como possível fonte de tratamento na infertilidade testicular.

O ATUAL PANORAMA DA SÍFILIS CONGÊNITA NO BRASIL

Cavalcante, J.M.S¹ Firmino, M.G² Melo, R.R.N³ Figueiredo, Y.M.B.F4 Lima, P.L.S5 Carvalho, R.S.F6
A sífilis é uma patologia infectocontagiosa e de evolução crônica, ocasionada pelo Treponema pallidum, cuja transmissão ocorre por via sexual ou por via placentária (sífilis congênita). Na última década, foi observado um aumento progressivo nos casos de sífilis congênita (SC) no Brasil, resultando em mortalidade neonatal e fetal significativa. Segundo dados do Ministério da Saúde: em 2006 a taxa era de 2,0 casos/mil nascidos vivos e em 2015 subiu para 6,5. Esse aumento na incidência dos casos de sífilis tem causas multifatoriais, que incluem falta de penicilina no país, baixa qualidade do pré-natal e a questão cultural associada ao tratamento de DST. Portanto, a ocorrência de SC representa lacunas graves na saúde, sendo sua incidência considerada um indicador para avaliação da qualidade da assistência médica à gestante. Mostrar o atual perfil epidemiológico da sífilis congênita no Brasil através de dados recentes da literatura. Consistiu de uma revisão da literatura dos últimos cinco anos nos sites governamentais e de pesquisa como Science Direct e Scielo, utilizando os descritores "sífilis congênita e prevalência". Apesar da SC ser uma patologia curável e de todos os esforços da Organização Mundial de Saúde, ela ainda configura como um dos principais problemas de saúde pública no Brasil. Em 2016, o número de casos de SC notificados no Brasil chegou a 9.200 e segundo o boletim epidemiológico, de 1998 a junho de 2016, foram notificados no Sinan 142.961 casos de sífilis congênita em menores de 1 ano de idade, o que indica que a SC ainda é uma epidemia ativa. De acordo com os dados obtidos, de quase três milhões de mulheres que engravidam por ano Brasil apenas 75 % realizam pré-natal, destas cerca de 50% chegam a fazer o VDRL no início do acompanhamento, todavia 77 % em média não repetem o exame no terceiro trimestre de gestação. Outro fator é a baixa de adesão/aceitação do tratamento pelos parceiros das gestantes com sífilis. Os estudos revelaram que apenas 17,3% destes têm seus parceiros tratados para a doença. Outro agravante da incidência dos casos de SC no Brasil foi à escassez da penicilina benzatina, a principal opção terapêutica para prevenir a transmissão vertical da sífilis, assim como o tratamento da infecção fetal. Diante do exposto, o principal desafio deste trabalho consistiu em mostrar para a sociedade a real situação da sífilis congênita no Brasil e como ela ainda encontra- se negligenciada pela sociedade. O impacto na saúde pública da sífilis tanto na gravidez como na infância continua a ser significante e a eliminação da transmissão materno-infantil só irá se tornar uma realidade por meio de serviços de saúde pré-natal de alta qualidade.

O ATUAL PANORAMA DA SÍFILIS CONGÊNITA NO BRASIL

Cavalcante, J.M.S¹ Firmino, M.G² Melo, R.R.N³ Figueiredo, Y.M.B.F4 Lima, P.L.S5 Carvalho, R.S.F6
A sífilis é uma patologia infectocontagiosa e de evolução crônica, ocasionada pelo Treponema pallidum, cuja transmissão ocorre por via sexual ou por via placentária (sífilis congênita). Na última década, foi observado um aumento progressivo nos casos de sífilis congênita (SC) no Brasil, resultando em mortalidade neonatal e fetal significativa. Segundo dados do Ministério da Saúde: em 2006 a taxa era de 2,0 casos/mil nascidos vivos e em 2015 subiu para 6,5. Esse aumento na incidência dos casos de sífilis tem causas multifatoriais, que incluem falta de penicilina no país, baixa qualidade do pré-natal e a questão cultural associada ao tratamento de DST. Portanto, a ocorrência de SC representa lacunas graves na saúde, sendo sua incidência considerada um indicador para avaliação da qualidade da assistência médica à gestante. Mostrar o atual perfil epidemiológico da sífilis congênita no Brasil através de dados recentes da literatura. Consistiu de uma revisão da literatura dos últimos cinco anos nos sites governamentais e de pesquisa como Science Direct e Scielo, utilizando os descritores "sífilis congênita e prevalência". Apesar da SC ser uma patologia curável e de todos os esforços da Organização Mundial de Saúde, ela ainda configura como um dos principais problemas de saúde pública no Brasil. Em 2016, o número de casos de SC notificados no Brasil chegou a 9.200 e segundo o boletim epidemiológico, de 1998 a junho de 2016, foram notificados no Sinan 142.961 casos de sífilis congênita em menores de 1 ano de idade, o que indica que a SC ainda é uma epidemia ativa. De acordo com os dados obtidos, de quase três milhões de mulheres que engravidam por ano Brasil apenas 75 % realizam pré-natal, destas cerca de 50% chegam a fazer o VDRL no início do acompanhamento, todavia 77 % em média não repetem o exame no terceiro trimestre de gestação. Outro fator é a baixa de adesão/aceitação do tratamento pelos parceiros das gestantes com sífilis. Os estudos revelaram que apenas 17,3% destes têm seus parceiros tratados para a doença. Outro agravante da incidência dos casos de SC no Brasil foi à escassez da penicilina benzatina, a principal opção terapêutica para prevenir a transmissão vertical da sífilis, assim como o tratamento da infecção fetal. Diante do exposto, o principal desafio deste trabalho consistiu em mostrar para a sociedade a real situação da sífilis congênita no Brasil e como ela ainda encontra- se negligenciada pela sociedade. O impacto na saúde pública da sífilis tanto na gravidez como na infância continua a ser significante e a eliminação da transmissão materno-infantil só irá se tornar uma realidade por meio de serviços de saúde pré-natal de alta qualidade.

EFEITO DA GELDANAMICINA NA INFERTILIDADE TESTICULAR: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Silva G.A1; Araújo M.C.M1; Pinheiro R.D1; Neto V.L.P1; Tenório F.C.Â2; Tenório B.M.3
As proteínas da família HSP90 (heat-shock protein) desempenham um importante papel no ciclo de crescimento, sobrevivência e desenvolvimento celular, bem como em processos como apoptose, angiogênese e oncogênese. O domínio N-terminal da HSP90 contém o local de ligação para o ATP e é nesta região que ocorre a interação entre a enzima e o inibidor que compete com o ATP para o local ativo. A geldanamicina é uma substância que induz a degradação de proteínas mutantes em tumores que afetam a infertilidade testicular. Este efeito é o resultado de inibição de HSP90 que normalmente atua para manter a dobragem correta de proteínas mutantes. Elaborar uma revisão de literatura sobre o efeito da geldanamicina na infertilidade testicular. Tal revisão foi realizada por meio de pesquisas em sites científicos como Pubmed, Science Direct, Scielo, High Wire e em revistas de excelentes fatores de impacto. Estudos recentes tentam revelar a associação entre essa família e a infertilidade masculina, pois expressões anômalas dessas proteínas e desses fatores têm sido observadas em homens estéreis e em animais. Há sugestões de que essa proteína esteja associada à motilidade espermática. Sendo assim, tem-se pensado nessa família como alvo para tal tratamento. Sabendo-se também que a geldanamicina inibe seletivamente a proteína de choque térmico HSP90, bloqueando efeitos estimuladores do estradiol, tem-se a ideia de utilizar tal droga como tratamento para a infertilidade testicular, que afeta 10% dos casais em idade reprodutiva em todo o mundo. A geldanamicina pode ser utilizada como possível fonte de tratamento na infertilidade testicular.

O USO DE HORMÔNIOS PELO PÚBLICO TRANSEXUAL E SEUS AGRAVOS A SAUDE: REVISÃO INTEGRATIVA

Andrade C.A.A1; Silva M.E2; Araújo E.C3
Normalmente a referência que se dá à transexuais é que são pessoas cuja expressa de gênero não correspondem ao seu papel social que é lhe atribuído ao nascer. Não havendo assim a identificação entre seu gênero e o seu genital. Ao se falar em gênero não devemos entender como sendo algo que se encontra passivamente inscrito sobre um corpo como se fosse um recipiente sem vida, não sendo uma inscrição cultural de significado em um dado sexo. Ele é um meio de discurso cultural em que há uma natureza sexual produzida e estabelecida como realidade. Quando as transexuais e travestis decidem se transformar, são no corpo que elas localizam os seus principais símbolos do masculino e feminino, investindo conhecimento, tempo e dinheiro e no processo de construção da identidade transexual, um fator importante para esse processo é a tomada de hormônios e colocação de silicone. Havendo assim a construção de sua identidade de gênero transexual. Identificar a demanda de publicações cientificas sobre pessoas Transexuais quanto ao uso de hormônios sexuais e suas complicações à saúde. Trata se de uma revisão integrativa que aconteceu em bibliotecas virtuais e bases de dados. A coleta de dados aconteceu de agosto a outubro de 2015, por dois revisores, o que veio a garantir rigor ao processo de seleção dos artigos. As palavras utilizadas foram selecionadas após busca em Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e Medical Subject Heading (MESH), sendo realizados com os descritores “Pessoas Transgênero’’, “Hormônios “ e “complicações”. Foram encontrados 03 artigos, sendo 02 realizado na Holanda e 01 nos EUA, configurando assim pesquisas vinda de países desenvolvidos economicamente. As categorias profissionais nos estudos foram da área medica (66,6%) e farmacêutica (33,33 %). Houve a predominância de estudos quantitativos. Embora seja um assunto que vem atingindo crescentes números de pesquisas e interesse tanto social quanto cientifico o uso de hormônios por transexuais ainda se configura como uma temática com pouca abrangência, a maioria dos temas envolvendo essa população se encontra centrado na abordagem das doenças sexualmente transmissíveis e/ou prostituição o que acaba por aumentar ainda mais a estigmatização e diminuir a iniciativa de busca por informações relacionadas ao uso correto da terapia hormonal.

SÍFILIS CONGÊNITA

Ferreira, R.M.M1, Lima, L.B2, Oliveira, M.M3, Nascimento, T.L4, Guedes, T.G5
Sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST), causada pela bactéria Treponema pallidum. A transmissão vertical da mãe para o feto é denominada Sífilis Congênita, tendo como prevalência de contaminação de mães não-tratadas ou com tratamento inadequado uma porcentagem de 50 a 85 %. Fatores como o baixo nível socioeconômico, a baixa escolaridade, promiscuidade sexual, a não utilização de preservativo e a falta de assistência adequada no prénatal, desencadeiam a incidência elevada de gestantes com Sífilis. Dessa forma a Organização Mundial da Saúde (OMS) preconizou a utilização de aporte do prénatal na rede de atenção básica para diminuir essa disseminação, adotando o rastreamento precoce da doença através da sorologia VDRL, para assim prestar um tratamento adequado e continuo nas gestantes e parceiros contaminados. Sendo de notificação compulsória, a Sífilis Congênita desencadeia problemas no feto, entre eles: a morbimortalidade, a prematuridade, o baixo peso ao nascer, as complicações agudas e as seqüelas motoras e cognitivas. Verificar a importância do acompanhamento de gestantes no pré-natal para o enfrentamento da Sífilis Congênita. Metodologia: Revisão Integrativa realizada nas bases de dados BDENF, LILACS, SCIELO e na Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), utilizando os descritores “Enfrentamento”, “Pré-natal” e “Sífilis Congênita” nos idiomas português, inglês e espanhol. Os critérios de inclusão foram artigos completos publicados em português, inglês ou espanhol, que se enquadrassem no tema escolhido, publicados nos últimos 10 anos (2006 a 2016 – até setembro). Foram localizados 60 artigos dos quais 25 estavam de acordo com a temática e os critérios pré-estabelecidos, sendo esses lidos na íntegra.Evidenciou-se que apesar da Sífilis ser de fácil diagnóstico, o crescimento da enfatizar o acompanhamento ao pré-natal para a detecção de IST, incluindo a Sífilis Congênita, é primordial para a não transmissão para o feto, favorecendo assim a diminuição das taxas de morbimotalidade e acometimento da doença a criança. Observou-se, também, que os profissionais de saúde não fazem a busca adequada ao rastreamento da doença. É preciso, pois, que a consulta de prénatal seja realizada de forma continua e por profissionais capacitados acerca da Sífilis Congênita. Desse modo, mulheres serão previamente diagnosticadas e tratadas, diminuindo a alta incidência dessa patologia. Diante dos resultados encontrados verificou-se a importância da realização de um pré-natal de qualidade, com rastreamento da IST, utilização do tratamento contínuo e aprimoramento científico dos profissionais de saúde para a detecção da doença.