International Journal of Food and Agriculture

Open Access Journal
International Journal of Biological and Life Sciences (ISSN: 2641-3965) is an open access journal publishing research articles, review articles, editorials and letters to the editor.

Peer-Review Journal
To keep the quality of journal, all submission will be peer-reviewed by invited experts. The decisions will be made according to the comments of reviewers.

Publication Process
Initial decision: 3 days without review, 28 days with review; Time to publication: Accepted articles will be online in 3 days; Final versions after proofreading will be accessible in 8 days.

Rapid Response
Should you have any questions, please let us know. We will answer you shortly.

CONHECIMENTO DOS PORTADORES DA DOENÇA DE CHAGAS SOBRE SUA CONDIÇÃO

Silva, J.M¹; Nascimento, M.T.Q²; Silva, J.M3; Silva, M.S4; Souza, M.E.B5; Silva, M.B6
Embora descoberta há mais de um século, a doença de Chagas continua sendo um problema de saúde pública a ser enfrentada. Atualmente, estima-se que existam cerca de 2 a 3 milhões de indivíduos infectados no Brasil. Sendo assim, esta enfermidade entrou para a lista das doenças negligenciadas. Esta patologia afetar predominantemente grupos de indivíduos mais pobres e vulneráveis, evidenciando uma realidade preocupante frente às necessidades das populações mais carentes. Identificar o conhecimento dos portadores de doença de Chagas a respeito da sua condição e as principais patologias associadas. Trata-se de um estudo descritivo, através de uma abordagem quantitativa, onde foi utilizado um questionário estruturado, sendo as principais variáveis: sexo, forma atual da doença e patologia associada. A pesquisa foi desenvolvida no ambulatório de doença de Chagas e Insuficiência cardíaca de Pernambuco, situado no Pronto-Socorro Cardiológico Universitário de Pernambuco (PROCAPE/UPE), realizada no período de junho a agosto de 2014. A amostra foi composta por 73 pacientes, tendo como critério de seleção ser portador da doença de Chagas, maior de 18 anos e cadastrado no serviço. Os de exclusão foram àqueles com outros diagnósticos e menores de 18 anos. A maior prevalência foi o sexo feminino 43 (59 %) e masculino 30 (41 %). As principais patologias associadas foram Hipertensão Arterial Sistêmica 41 (51%), Diabetes mellitus 11 (15 %). Negaram outra patologia 22 (30 %). Em relação à forma atual da doença, 21 pacientes possuem a forma cardíaca (28 %), 7 a cardiodigestiva (9 %), 1 a digestiva (1,36 %) e 44 pacientes não souberam informar (60 %). A maioria dos portadores possui Hipertensão Arterial Sistólica, essa associação pode levar ao aumento da morbimortalidade e piorar a qualidade de vida. Além disso, o não conhecimento sobre a doença não é só um problema de saúde pública, mas também sociopolítico. Assim, é fundamental a educação em saúde como estratégia para o paciente ser o protagonista do seu tratamento.

BAIXOS ÍNDICES DE ESQUISTOSSOMOSE, TUBERCULOSE E HANSENÍASE: PROBLEMAS RESOLVIDOS OU NEGLIGENCIADOS

Oliveira D.B1; Ribeiro A.N2; Rodrigues L.D.C.S3; Silva M.E.B4; Oliveira U.N5; Lima M.C.V6
A Atenção Primária à saúde foi planejada para funcionar como a principal porta de entrada da população ao sistema de saúde. Tendo como uma de suas diretrizes o conhecimento e atuação no território, as equipes das Unidades de Saúde da Família (USF) devem ser capazes de compreender o processo saúde-doença da população de sua responsabilidade e, obrigatoriamente, notificar os casos de doenças e agravos aos órgãos de vigilância em saúde, a fim de que possam ser formuladas intervenções mais resolutivas às necessidades das comunidades. Identificar a prevalência de esquistossomose, tuberculose e hanseníase na população adscrita de uma USF do estado de Pernambuco, ao longo do ano de 2013. Perfil epidemiológico da população do território coberto por uma USF, elaborado por um grupo de pós-graduandos de um Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família, através do acesso a fichas A, interações com a equipe e contatos intersetoriais. Os dados obtidos por meio das fichas A revelaram índices muito baixos para as doenças pesquisadas: 01caso de tuberculose, 02 casos de hanseníase e nenhuma notificação para esquistossomose. No entanto, nas interações com os profissionais de saúde que compunham a equipe da USF, eles verbalizavam a existência de números muito superiores para essas doenças. A discrepância dos dados indica a possibilidade de uma subnotificação das referidas doenças, o que leva a uma fragilização da fidedignidade das informações que chegam aos centros de vigilância em saúde. Dessa forma, é importante que sejam esquematizados mecanismos mais eficazes de alimentação e fiscalização dessas informações. Paralelo a isso, os profissionais de saúde que atuam na ponta têm que ser conscientizados quanto ao preenchimento correto das fichas de cadastro e notificação, instrumentos essenciais tanto para sua atuação quanto para a gestão do setor saúde.

ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DA Spondias tuberosa

Andrade Júnior F. P1, Alves T. W. B², Pontes E. D. Silva³, Medeiros F. D4
Spondias tuberosa Arruda, popularmente conhecida como umbuzeiro, é uma planta nativa da região do semiárido nordestino brasileiro, adaptada às irregularidades climáticas da região, pertencendo a família Anacardiaceae, onde é caracterizada por ser uma árvore com cerca de 4 a 7 metros de altura, tronco muito curto, revestido por casca lisa, de 40-60 cm de diâmetro, tem uma copa baixa com profusa ramificação aparentemente desordenada, folhas compostas de 3-7 folículos membranáceos. Seu sistema radicular é dotado de órgãos de reserva de água, denominados e “túberas aquíferas”. Através do conhecimento popular sobre a S. tuberosa foram realizados estudos indicando a capacidade desta planta em combater microrganismos. O presente estudo teve como objetivo fazer um levamento bibliográfio acerca das espécies de microrganismos combatidos por meio de extratos da S. tuberosa. O estudo foi realizado utilizando as seguintes bases de dados: Scielo, Periódicos Capes, PubMed e Lilacs e as seguintes palavras-chaves foram utilizadas em várias combinações para a pesquisa do material utilizado: 1) Spondias tuberosa; 2) Atividade antimicrobiana; 3) Atividade antifúngica; 4) Atividade antibacteriana e 5) Produtos naturais. A pesquisa englobou artigos, livros, teses, dissertações, trabalhos de conclusão de curso e anais, em que foram selecionados 36 destes documentos por possuírem aplicações e conceitos sobre S. tuberosa e que foram publicados durante os anos 2002 à 2016. Foi observada atividade contra fungos e bactérias das seguintes espécies: Staphylococcus aureus, Streptococcus mutans, Streptococcus parasanguinis, Streptococcus oralis, Streptococcus salivarius, Streptococcus pyogenes, Candida albicans, Candida krusei, Candida guilliermondii, Candida parapsilosis, Enterococcus faecalis, Enterobacter cloacae, Escherichia coli, Klebsiella pneumonie, Pseudomonas aeruginosa, Proteus mirabilis, Providencia rettgeri, Morganella morganii e Serratia liquefaciens devido a presenças principalmente dos metabólitos secundários tanino e flavonóides, extraídos de folhas e cascas da S. tuberosa a partir de extração alcoólica e hidroalcoólica. Devido a considerável quantidade de espécies de microrganismos combatidos a partir do extrato desta planta, é interesse que haja novos estudos a partir destes extratos, objetivando o isolamento de moléculas potencialmente efetivas no combate de microrganismos para a criação de novos fármacos ou até mesmo a padronização de extratos para a criação de fitoterápicos, que são menos tóxicos e menos dispendiosos, facilitando a promoção do uso racional de medicamentos

FATORES ASSOCIADOS À LETALIDADE DO TÉTANO ACIDENTAL

Andrade I. K. L.; Beltrão R. A.²; Pinho C. M.³; Quirino E. M. B.4; Araújo A. C. M.5; Andrade M. S.6
O tétano acidental possui distribuição mundial, curso potencialmente grave e alta letalidade. O número de casos que evoluem para o óbito pode ser reduzido em locais onde há a adoção de cuidados intensivos em unidade especializada. Identificar fatores associados ao óbito em pacientes acometidos pelo tétano acidental. Estudo transversal, analítico. A base de informações foi composta por dados secundários do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (Sinan) de Pernambuco no período de 2007 a 2015, e com grupos internos de comparação. Para análise dos dados foi utilizado o teste Qui-Quadrado de Pearson e estimada a Odds Ratio com seus respectivos intervalos de confiança ao nível de 95 %. Na análise multivariada foi aplicada a regressão logística múltipla. A média da letalidade foi de 20,4 %, com um pico em 2015 (40 %). Na análise bivariada, observou-se que pacientes maiores de 60 anos (p=0,028), do sexo feminino (p=0,018), tiveram uma maior chance de ir a óbito. Como Proxy de gravidade, os pacientes tratados com imunoglobulina apresentaram maior chance de ir a óbito quando comparado aos pacientes com outros esquemas terapêuticos/profiláticos, assim como não ter feito nenhuma profilaxia teve maior chance do paciente ir a óbito. Entre os sintomas apresentados, no momento da internação, a rigidez de nuca (p=0,024) foi a única condição sintomática associada ao risco de óbito. Na análise multivariada foi associado a maior letalidade o sexo feminino (p=0,051) e ter rigidez de nuca como sintoma (p=0,029). Apesar da garantia de hospitalização com cuidados adequados, houve aumento da letalidade do tétano, o que sugere que estudos mais específicos devem ser desenvolvidos para investigar o que pode estar influenciando esta mudança. Atenção especial deve ser oferecida aos casos do sexo feminino e aos que apresentem rigidez de nuca como sintoma, pois estes grupos apresentam uma maior chance de evoluir para o óbito.

MAIN FACTORS THAT DELAY THE DIAGNOSIS OF TUBERCULOSIS IN ADULTS

Vasconcelos L. F. M1; Inácio A. V. T¹, Lima B.O¹, Maia C. S²
O diagnóstico precoce da tuberculose é imprescindível para o controle da doença, visto que a transmissão do bacilo ocorre por vias aéreas e a rapidez na detecção possibilita interação medicamentosa, o que interrompe a cadeia de transmissão do bacilo e consequentemente diminui os níveis de novos casos. Apesar da simplicidade dos métodos de detecção da tuberculose, fatores relacionados à procura do doente pela unidade de saúde, ao diagnóstico preciso e ao início do tratamento após o diagnóstico fazem com que as intervenções ocorram tardiamente. Identificar os fatores que influenciam o atraso do diagnóstico da tuberculose em adultos. Realizou-se uma revisão bibliográfica da literatura nas bases de dados BIREME e na biblioteca virtual SCIELO, utilizando-se os descritores: “Atraso”; “Diagnóstico”; “Tuberculose”. Como critérios de inclusão foram estabelecidos artigos publicados de 2010 a 2016, nos idiomas português e inglês, que abordam a relação temporal entre o início dos sintomas da tuberculose e o começo do tratamento da doença em adultos. A pesquisa resultou em 161 artigos, dos quais 23 foram separados por apresentarem alguma relação com o tema, porém, apenas sete atendiam os critérios de inclusão. Os fatores relacionados ao tempo de procura do paciente pela unidade de saúde estão relacionados com a falta de conhecimento sobre a gravidade dos sintomas e dificuldade de acesso à unidade de saúde. A elevada procura por hospitais como primeiro local para o atendimento reflete a ineficiência da atenção básica no controle da tuberculose, o que resulta no aumento do número de consultas necessárias para o diagnóstico definitivo da doença. O reconhecimento e suspeita da doença por parte dos profissionais de saúde afeta igualmente o tempo de diagnóstico, pois implica na não solicitação de exames e atraso na detecção de tuberculose. O tempo entre o resultado dos exames e o início do tratamento implica no controle da tuberculose, pois a cadeia de transmissão do bacilo é mantida. O tempo para início do tratamento da tuberculose é elevado. Esse atraso sugere a necessidade da implantação de estratégias de diagnóstico da tuberculose, principalmente em áreas de risco, através de medidas pela atenção básica. O acesso ao atendimento nas unidades de saúde e a instrução da população sobre os sintomas da doença são necessários para a redução do tempo do diagnóstico da tuberculose. Da mesma forma, a capacitação dos profissionais de saúde se faz necessária para possibilitar a suspeita da doença e solicitação dos exames.

FATORES ASSOCIADOS À LETALIDADE DO TÉTANO ACIDENTAL

Andrade I. K. L.; Beltrão R. A.²; Pinho C. M.³; Quirino E. M. B.4; Araújo A. C. M.5; Andrade M. S.6
O tétano acidental possui distribuição mundial, curso potencialmente grave e alta letalidade. O número de casos que evoluem para o óbito pode ser reduzido em locais onde há a adoção de cuidados intensivos em unidade especializada. Identificar fatores associados ao óbito em pacientes acometidos pelo tétano acidental. Estudo transversal, analítico. A base de informações foi composta por dados secundários do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (Sinan) de Pernambuco no período de 2007 a 2015, e com grupos internos de comparação. Para análise dos dados foi utilizado o teste Qui-Quadrado de Pearson e estimada a Odds Ratio com seus respectivos intervalos de confiança ao nível de 95 %. Na análise multivariada foi aplicada a regressão logística múltipla. A média da letalidade foi de 20,4 %, com um pico em 2015 (40 %). Na análise bivariada, observou-se que pacientes maiores de 60 anos (p=0,028), do sexo feminino (p=0,018), tiveram uma maior chance de ir a óbito. Como Proxy de gravidade, os pacientes tratados com imunoglobulina apresentaram maior chance de ir a óbito quando comparado aos pacientes com outros esquemas terapêuticos/profiláticos, assim como não ter feito nenhuma profilaxia teve maior chance do paciente ir a óbito. Entre os sintomas apresentados, no momento da internação, a rigidez de nuca (p=0,024) foi a única condição sintomática associada ao risco de óbito. Na análise multivariada foi associado a maior letalidade o sexo feminino (p=0,051) e ter rigidez de nuca como sintoma (p=0,029). Apesar da garantia de hospitalização com cuidados adequados, houve aumento da letalidade do tétano, o que sugere que estudos mais específicos devem ser desenvolvidos para investigar o que pode estar influenciando esta mudança. Atenção especial deve ser oferecida aos casos do sexo feminino e aos que apresentem rigidez de nuca como sintoma, pois estes grupos apresentam uma maior chance de evoluir para o óbito.

ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DA Spondias tuberosa

Andrade Júnior F. P1, Alves T. W. B², Pontes E. D. Silva³, Medeiros F. D4
Spondias tuberosa Arruda, popularmente conhecida como umbuzeiro, é uma planta nativa da região do semiárido nordestino brasileiro, adaptada às irregularidades climáticas da região, pertencendo a família Anacardiaceae, onde é caracterizada por ser uma árvore com cerca de 4 a 7 metros de altura, tronco muito curto, revestido por casca lisa, de 40-60 cm de diâmetro, tem uma copa baixa com profusa ramificação aparentemente desordenada, folhas compostas de 3-7 folículos membranáceos. Seu sistema radicular é dotado de órgãos de reserva de água, denominados e “túberas aquíferas”. Através do conhecimento popular sobre a S. tuberosa foram realizados estudos indicando a capacidade desta planta em combater microrganismos. O presente estudo teve como objetivo fazer um levamento bibliográfio acerca das espécies de microrganismos combatidos por meio de extratos da S. tuberosa. O estudo foi realizado utilizando as seguintes bases de dados: Scielo, Periódicos Capes, PubMed e Lilacs e as seguintes palavras-chaves foram utilizadas em várias combinações para a pesquisa do material utilizado: 1) Spondias tuberosa; 2) Atividade antimicrobiana; 3) Atividade antifúngica; 4) Atividade antibacteriana e 5) Produtos naturais. A pesquisa englobou artigos, livros, teses, dissertações, trabalhos de conclusão de curso e anais, em que foram selecionados 36 destes documentos por possuírem aplicações e conceitos sobre S. tuberosa e que foram publicados durante os anos 2002 à 2016. Foi observada atividade contra fungos e bactérias das seguintes espécies: Staphylococcus aureus, Streptococcus mutans, Streptococcus parasanguinis, Streptococcus oralis, Streptococcus salivarius, Streptococcus pyogenes, Candida albicans, Candida krusei, Candida guilliermondii, Candida parapsilosis, Enterococcus faecalis, Enterobacter cloacae, Escherichia coli, Klebsiella pneumonie, Pseudomonas aeruginosa, Proteus mirabilis, Providencia rettgeri, Morganella morganii e Serratia liquefaciens devido a presenças principalmente dos metabólitos secundários tanino e flavonóides, extraídos de folhas e cascas da S. tuberosa a partir de extração alcoólica e hidroalcoólica. Devido a considerável quantidade de espécies de microrganismos combatidos a partir do extrato desta planta, é interesse que haja novos estudos a partir destes extratos, objetivando o isolamento de moléculas potencialmente efetivas no combate de microrganismos para a criação de novos fármacos ou até mesmo a padronização de extratos para a criação de fitoterápicos, que são menos tóxicos e menos dispendiosos, facilitando a promoção do uso racional de medicamentos

CONHECIMENTO DOS PORTADORES DA DOENÇA DE CHAGAS SOBRE SUA CONDIÇÃO

Silva, J.M¹; Nascimento, M.T.Q²; Silva, J.M3; Silva, M.S4; Souza, M.E.B5; Silva, M.B6
Embora descoberta há mais de um século, a doença de Chagas continua sendo um problema de saúde pública a ser enfrentada. Atualmente, estima-se que existam cerca de 2 a 3 milhões de indivíduos infectados no Brasil. Sendo assim, esta enfermidade entrou para a lista das doenças negligenciadas. Esta patologia afetar predominantemente grupos de indivíduos mais pobres e vulneráveis, evidenciando uma realidade preocupante frente às necessidades das populações mais carentes. Identificar o conhecimento dos portadores de doença de Chagas a respeito da sua condição e as principais patologias associadas. Trata-se de um estudo descritivo, através de uma abordagem quantitativa, onde foi utilizado um questionário estruturado, sendo as principais variáveis: sexo, forma atual da doença e patologia associada. A pesquisa foi desenvolvida no ambulatório de doença de Chagas e Insuficiência cardíaca de Pernambuco, situado no Pronto-Socorro Cardiológico Universitário de Pernambuco (PROCAPE/UPE), realizada no período de junho a agosto de 2014. A amostra foi composta por 73 pacientes, tendo como critério de seleção ser portador da doença de Chagas, maior de 18 anos e cadastrado no serviço. Os de exclusão foram àqueles com outros diagnósticos e menores de 18 anos. A maior prevalência foi o sexo feminino 43 (59 %) e masculino 30 (41 %). As principais patologias associadas foram Hipertensão Arterial Sistêmica 41 (51%), Diabetes mellitus 11 (15 %). Negaram outra patologia 22 (30 %). Em relação à forma atual da doença, 21 pacientes possuem a forma cardíaca (28 %), 7 a cardiodigestiva (9 %), 1 a digestiva (1,36 %) e 44 pacientes não souberam informar (60 %). A maioria dos portadores possui Hipertensão Arterial Sistólica, essa associação pode levar ao aumento da morbimortalidade e piorar a qualidade de vida. Além disso, o não conhecimento sobre a doença não é só um problema de saúde pública, mas também sociopolítico. Assim, é fundamental a educação em saúde como estratégia para o paciente ser o protagonista do seu tratamento.