International Journal of Disease Control and Prevention

Open Access Journal
American Journal of HIV/AIDS Research (ISSN: 2641-3841) is an open access journal publishing research articles, review articles, editorials and letters to the editor.

Peer-Review Journal
To keep the quality of journal, all submission will be peer-reviewed by invited experts. The decisions will be made according to the comments of reviewers.

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Initial decision: 3 days without review, 28 days with review; Time to publication: Accepted articles will be online in 3 days; Final versions after proofreading will be accessible in 8 days.

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MECANISMOS DE AÇÃO DA TALIDOMIDARELACIONADOS A TERATOGENICIDADE

Teixeira G.C1; Zacarias L.A.B2; Bringel M.C.P3; M.L.Z4; Santos R.A.A5; Maia C.S6
Talidomida é um medicamento derivado do ácido glutâmico, largamente utilizado como sonífero e antiemético no final dos anos 1950, sendo consumido sem prescrição médica no Brasil. O composto foi proibido em diversos países após ser constatada sua ação teratogênica sobre os períodos iniciais da gravidez, quando ocorrem intensos enjôos nas gestantes, gerando focomelia (malformação que impede o desenvolvimento dos membros), fato que gerou os conhecidos “bebês da talidomida”. Além disso, foram notados outros efeitos adversos, como tontura e neuropatias periféricas. No entanto, a talidomida continua a ser usada como tratamento de outras condições, por exemplo, a lepra e o mieloma múltiplo, devido a suas propriedades imunomodulatórias e por ser capaz de inibir a angiogênese, sendo esta a principal causa da teratogenicidade. Estudar o uso da talidomida para uma série de enfermidades e sua ação teratogênica. Este trabalho consistiu em uma revisão bibliográfica realizada na base de dado Biblioteca Virtual em Saúde, em que foram utilizados os Descritores em Ciências da Saúde: “Talidomida” e “Teratogênicos”. Para tanto, selecionaram-se critérios de inclusão tais como: texto completo, publicações entre 2010 e 2016, nos idiomas inglês e português. Foram excluídos artigos repetidos ou cuja temática não correspondia aos objetivos propostos. A pesquisa resultou em 37 artigos, dentre os quais 12 foram selecionados, sendo que cinco satisfaziam os critérios de seleção. Foi constatada a intensa ação teratogênica da talidomida, que ocasiona diversas má formações em fetos cujas mães utilizaram o medicamento durante a gestação. Entre as anomalias mais comuns decorrentes do uso desse medicamento, são citadas: malformações renais e dentárias, defeitos do septo ventricular, autismo, retardo mental e anomalias oculares. Isso ocorre, pois, a talidomida apresenta mecanismos responsáveis por inibir a angiogênese e determinadas inflamações, além de ser relatada sua relação com o aumento da produção de radicais de oxigênio. Por outro lado, essa substância vem sendo usada com sucesso no tratamento de nódulos e de neurites na lepra e inibindo o crescimento de metástases em mieloma múltiplo. Ademais, essa droga também é usada no tratamento da infecção avançada de HIV, lúpus eritematoso sistêmico, prurigo nodular e eritema nodoso. A talidomida ainda é utilizada e bastante eficaz no tratamento de diversas doenças, porém, deve ser prescrita com muita cautela para mulheres em idade fértil.

ESTUDOS INERENTES A FEMINIZAÇÃO DO HIV/AIDS

Simões S.S¹; Freitas F.B.D²; Santos W.P3; Fonsêca P.R4; Pacheco A.E5; Antunes M.J.F.S6
A epidemia da aids, por algum tempo, esteve relacionada a homens com orientação homoafetiva, usuários de drogas injetáveis e hemofílicos. Porém, nos últimos anos, a feminização da infecção tem se destacado, sobretudo, entre mulheres heterossexuais e que mantém relacionamentos estáveis. Investigar aspectos inerentes ao processo de feminização do HIV/aids, a partir de estudos publicados nos últimos cinco anos. Trata-se de uma revisão integrativa realizada nos meses de julho e setembro de 2016. Os descritores foram devidamente consultados nos Descritores em Ciência e Saúde (DeCS) e utilizados os termos: hiv, aids e feminização. O cruzamento dos termos foi realizado através do operador booleano “AND”, em que inicialmente foram pareados de forma dupla e posteriormente para se obter a amostra final realizouse o pareamento simultâneo de todos os descritores. Como critérios de inclusão foi utilizado o recorte temporal de 2005 à 2015, nas bases de dados LILACS e SciELO indexados na BVS e nos vernáculos: Espanhol, Inglês e Português. Foram excluídos aqueles que se apresentavam indisponíveis para leitura, incompletos, downloads mediante pagamento e que não mantiveram relação com a temática central. Desta forma, foram encontrados 18 artigos no total. Destes foram analisados e incluídos 14 artigos, os quais atendiam o objetivo do estudo. Percebeu-se que entre os fatores de vulnerabilidade para o HIV/aids, o processo de feminização foi um dos menos estudados no período investigado, embora se constitua como ameaça significativa à saúde da mulher, estando relacionado também ao risco de transmissão vertical do vírus. Já os aspectos sociais, políticos, econômicos e culturais foram os mais relevantes no período investigado. As condições sociais desfavoráveis, em que vive a maioria das famílias brasileiras, comprometem o acesso e compreensão das informações publicadas. Esse processo revela fragilidades no planejamento e implementação das ações eficazes nas diferentes esferas do governo. A adoção de medidas que gerem renda, que estimulem a participação cidadã nas instâncias de controle social, nas organizações políticas e na mobilização social é vista como instrumento relevante, no sentido de favorecer a conscientização da população feminina. Infere-se que o processo de feminização do HIV/aids determinou um impacto na sociedade em geral, contudo foi pouco visualizado nas produções científicas investigadas. Acredita-se que a informação publicada na academia, tem o potencial de fortalecer políticas públicas e ações preventivas, visando sensibilizar as mulheres, para o enfretamento e controle da infecção, sobretudo, diante do processo de gestação, parto e puerpério.

FATORES SOCIOECONÔMICOS ASSOCIADOS À COINFECÇÃO DE TUBERCULOSE E HIV NO NORDESTE BRASILEIRO: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Firmino M.G¹; Lima Y.C²; Costa E.S³; Araújo L.O4; Cruz J.S5; Maia C.S6
A tuberculose (TB) é uma das complicações mais comuns relacionadas à infecção pelo HIV em todo mundo, principalmente em países em desenvolvimento. Devido a sua forte associação com as más condições de vida, indivíduos menos favorecidos economicamente, são mais vulneráveis a desenvolver a doença. No Brasil, constitui a principal causa de morte entre soropositivos. Verificar a associação entre fatores socioeconômicos e a coinfecção por HIV/TB no Brasil e na região nordeste. Realizou-se uma revisão de literatura nas bases de dados e bibliotecas virtuais SciELO, Google Acadêmico e LILACS, fazendo cruzamento dos descritores “Tuberculose, HIV, Coinfecção e epidemiologia”. Dos resultados encontrados foram incluídos apenas trabalhos dos últimos seis anos e em português, por se tratar de uma pesquisa cujo objetivo era avaliar a situação social relacionada à coinfecção HIV/TB no nordeste brasileiro. A partir dos critérios estabelecidos, foram encontrados 46 artigos, 24 foram avaliados e 10 selecionados para compor essa revisão. No Brasil, cerca de 400 mil pessoas estavam infectadas pelo vírus HIV em 2013. Desses, mais de 120 mil também apresentaram coinfecção pelo bacilo causador da tuberculose. Na última década 56 % dos municípios do Nordeste apresentavam registros de coinfecção HIV/TB, sendo os estados de Pernambuco e Alagoas os maiores detentores desse percentual. Em Pernambuco cerca de 10 % dos indivíduos infectados pela TB apresentam infecção pelo vírus HIV. A forma pulmonar da doença é a mais representativa entre os estudos, sendo mais comum em adultos jovens (entre 20-49 anos). Constatou-se que fatores socioeconômicos como baixo nível de escolaridade (menos de oito anos de estudo), rendimento monetário familiar em média de um salário mínimo, precárias condições de moradia e pobreza estão entre os principais fatores de associação da coinfecção HIV/TB. Diante do exposto observou-se a necessidade de realização de novos estudos que visem a criação de medidas de combate ao HIV/TB, bem como a ampliação de ações políticas e sociais afim de melhorar a qualidade de vida da população menos favorecida economicamente, tendo em vista que essa constitui parcela significativa dos indivíduos vulneráveis a essa coinfecção.

HIV/AIDS: A INCIDÊNCIA DE CASOS NEGLIGÊCIADOS POR PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM CONTANIMADOS POR MATERIAIS PERFURO CORTANTES E BIOLÓGICOS

Silva V.P1; Moreira B.K.C2; Silveira C.M³; Santos I.I4; Silva M.F5; Feitosa R.M.M6
A exposição dos trabalhadores a materiais perfuro cortantes e biológicos traz consigo um problema inerente e particular aos profissionais de saúde, em especial aos profissionais de enfermagem, na medida em que estes passam grandes parte da assistência aos cuidados diretos aos pacientes, bem como manipulando materiais contaminados, ocasionando grande risco de acidentes de trabalho. As principais causas de acidentes de trabalho são: a sobrecarga de trabalho, fatalidade, negligência e precariedade das condições de trabalho. Identificar os riscos de contaminação pelo HIV/AIDS em trabalhadores de enfermagem vítimas de acidentes por material perfuro cortante. Este estudo trata-se de uma revisão bibliográfica. Para aquisição dos artigos, os pesquisadores acessaram o portal da Biblioteca Virtual em Saúde - BSV que agrega dados bibliográficos em ciências da saúde. A coleta de dados foi realizada a partir de artigos indexados com as seguintes palavras-chaves: HIV/AIDS; perfuro-cortante; Equipamentos de proteção individual (EPIs), entre os meses de agosto a outubro de 2016. A partir da década de 80, com o alarme das publicações e debates sobre AIDS, profissionais de saúde atemorizaram-se com a possibilidade de contrair a doença em acidentes com materiais contaminados com secreções e fluidos, comuns em materiais cortantes e perfurantes. Sobre as características dos acidentes, foram analisadas as variáveis: parte do corpo atingida, material biológico envolvido, objeto causador do acidente. Essas variáveis foram selecionadas para análise, visando planejamento de estratégias para a prevenção desses acidentes de trabalho. Em relação aos trabalhadores das instituições de

RELAÇÃO ENTRE A CRIPTOCOCOSE E INDIVÍDUOS PORTADORES DO HIV

Queiroz E.P1; Santana J.C1; Barbosa L.M.S1; Maia C.S2
A Criptococose é uma infecção fúngica respiratória, predominantemente oportunista, causada pelo basidiomiceto do gênero Cryptococcus neoformans nas suas duas variedades: neoformans e gatti. A primeira ocorre mais frequentemente em indivíduos imunocomprometidos, disseminando-se por todo o organismo e apresentando alta mortalidade; a segunda, acomete principalmente indivíduos HIV negativos, sem fatores predisponentes para infecção fúngica. O C. neoformans var. neoformans pode ser adquirido no ambiente, pelo contato com solo contaminado com excretas de aves, ou em associação com determinados tipos de Eucalyptus. Ele tem tropismo pelo Sistema Nervoso Central (SNC) e tem o HIV como principal fator predisponente para sua evolução. Identificar na literatura científica a relação entre a criptococose causada pelo Cryptococcus neoformans var. neoformans e AIDS. Realizou-se uma revisão integrativa a partir da busca de estudos nas bases de dados da MEDLINE, LILACS, BDENF e na Biblioteca Virtual da SCIELO, utilizando os descritores: Criptococose, AIDS, Micologia. Foram encontrados 28. Após aplicar os critérios de inclusão, como artigo com texto completo disponível, escrito no idioma português e com recorte temporal nos últimos dez anos, restaram sete artigos que compuseram a amostra do estudo. Dados indicaram que a Criptococose, nos casos de pacientes com AIDS, é considerada a terceira ou quarta maior infecção oportunista mais frequente e, portanto, uma causa importante de óbito, já que a infecção primária, normalmente respiratória, frequentemente torna-se sistêmica. Evidenciou-se também que os pacientes imunodeprimidos infectados pela referida micose têm um péssimo prognóstico, uma vez que o patógeno pode aumentar a infectividade do HIV-1; aumentar a atividade da transcriptase reversa, elevando a capacidade de replicação viral, aumento da fusão viral, e elevada capacidade do HIV-1 de infectar células do Sistema Nervoso Central (SNC). No SNC, a meningoencefalite mostra-se como a principal forma de acometimento da doença criptocócica, ocorrendo em mais de 80 % dos casos, quer sob forma isolada ou associada ao acometimento pulmonar. Entre seus sintomas mais comum estão a cefaleia e febre, podendo-se observar hipertensão intracraniana (HIC), vômitos, diplopia, confusão, coma e papiledema. É necessário, portanto, chamar a atenção dos profissionais de saúde para a frequência e gravidade dessa infecção micótica em nosso ambiente e, com isso, possibilitar um diagnóstico precoce e um melhor prognóstico para esses doentes, traduzindo-se assim numa melhoria marcada da sobrevida, que é de apenas 20-30 % em doentes não tratados.

MECANISMOS DE AÇÃO DA TALIDOMIDARELACIONADOS A TERATOGENICIDADE

Teixeira G.C1; Zacarias L.A.B2; Bringel M.C.P3; M.L.Z4; Santos R.A.A5; Maia C.S6
Talidomida é um medicamento derivado do ácido glutâmico, largamente utilizado como sonífero e antiemético no final dos anos 1950, sendo consumido sem prescrição médica no Brasil. O composto foi proibido em diversos países após ser constatada sua ação teratogênica sobre os períodos iniciais da gravidez, quando ocorrem intensos enjôos nas gestantes, gerando focomelia (malformação que impede o desenvolvimento dos membros), fato que gerou os conhecidos “bebês da talidomida”. Além disso, foram notados outros efeitos adversos, como tontura e neuropatias periféricas. No entanto, a talidomida continua a ser usada como tratamento de outras condições, por exemplo, a lepra e o mieloma múltiplo, devido a suas propriedades imunomodulatórias e por ser capaz de inibir a angiogênese, sendo esta a principal causa da teratogenicidade. Estudar o uso da talidomida para uma série de enfermidades e sua ação teratogênica. Este trabalho consistiu em uma revisão bibliográfica realizada na base de dado Biblioteca Virtual em Saúde, em que foram utilizados os Descritores em Ciências da Saúde: “Talidomida” e “Teratogênicos”. Para tanto, selecionaram-se critérios de inclusão tais como: texto completo, publicações entre 2010 e 2016, nos idiomas inglês e português. Foram excluídos artigos repetidos ou cuja temática não correspondia aos objetivos propostos. A pesquisa resultou em 37 artigos, dentre os quais 12 foram selecionados, sendo que cinco satisfaziam os critérios de seleção. Foi constatada a intensa ação teratogênica da talidomida, que ocasiona diversas má formações em fetos cujas mães utilizaram o medicamento durante a gestação. Entre as anomalias mais comuns decorrentes do uso desse medicamento, são citadas: malformações renais e dentárias, defeitos do septo ventricular, autismo, retardo mental e anomalias oculares. Isso ocorre, pois, a talidomida apresenta mecanismos responsáveis por inibir a angiogênese e determinadas inflamações, além de ser relatada sua relação com o aumento da produção de radicais de oxigênio. Por outro lado, essa substância vem sendo usada com sucesso no tratamento de nódulos e de neurites na lepra e inibindo o crescimento de metástases em mieloma múltiplo. Ademais, essa droga também é usada no tratamento da infecção avançada de HIV, lúpus eritematoso sistêmico, prurigo nodular e eritema nodoso. A talidomida ainda é utilizada e bastante eficaz no tratamento de diversas doenças, porém, deve ser prescrita com muita cautela para mulheres em idade fértil.

ESTUDOS INERENTES A FEMINIZAÇÃO DO HIV/AIDS

Simões S.S¹; Freitas F.B.D²; Santos W.P3; Fonsêca P.R4; Pacheco A.E5; Antunes M.J.F.S6
A epidemia da aids, por algum tempo, esteve relacionada a homens com orientação homoafetiva, usuários de drogas injetáveis e hemofílicos. Porém, nos últimos anos, a feminização da infecção tem se destacado, sobretudo, entre mulheres heterossexuais e que mantém relacionamentos estáveis. Investigar aspectos inerentes ao processo de feminização do HIV/aids, a partir de estudos publicados nos últimos cinco anos. Trata-se de uma revisão integrativa realizada nos meses de julho e setembro de 2016. Os descritores foram devidamente consultados nos Descritores em Ciência e Saúde (DeCS) e utilizados os termos: hiv, aids e feminização. O cruzamento dos termos foi realizado através do operador booleano “AND”, em que inicialmente foram pareados de forma dupla e posteriormente para se obter a amostra final realizouse o pareamento simultâneo de todos os descritores. Como critérios de inclusão foi utilizado o recorte temporal de 2005 à 2015, nas bases de dados LILACS e SciELO indexados na BVS e nos vernáculos: Espanhol, Inglês e Português. Foram excluídos aqueles que se apresentavam indisponíveis para leitura, incompletos, downloads mediante pagamento e que não mantiveram relação com a temática central. Desta forma, foram encontrados 18 artigos no total. Destes foram analisados e incluídos 14 artigos, os quais atendiam o objetivo do estudo. Percebeu-se que entre os fatores de vulnerabilidade para o HIV/aids, o processo de feminização foi um dos menos estudados no período investigado, embora se constitua como ameaça significativa à saúde da mulher, estando relacionado também ao risco de transmissão vertical do vírus. Já os aspectos sociais, políticos, econômicos e culturais foram os mais relevantes no período investigado. As condições sociais desfavoráveis, em que vive a maioria das famílias brasileiras, comprometem o acesso e compreensão das informações publicadas. Esse processo revela fragilidades no planejamento e implementação das ações eficazes nas diferentes esferas do governo. A adoção de medidas que gerem renda, que estimulem a participação cidadã nas instâncias de controle social, nas organizações políticas e na mobilização social é vista como instrumento relevante, no sentido de favorecer a conscientização da população feminina. Infere-se que o processo de feminização do HIV/aids determinou um impacto na sociedade em geral, contudo foi pouco visualizado nas produções científicas investigadas. Acredita-se que a informação publicada na academia, tem o potencial de fortalecer políticas públicas e ações preventivas, visando sensibilizar as mulheres, para o enfretamento e controle da infecção, sobretudo, diante do processo de gestação, parto e puerpério.

HIV/AIDS: A INCIDÊNCIA DE CASOS NEGLIGÊCIADOS POR PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM CONTANIMADOS POR MATERIAIS PERFURO CORTANTES E BIOLÓGICOS

Silva V.P1; Moreira B.K.C2; Silveira C.M³; Santos I.I4; Silva M.F5; Feitosa R.M.M6
A exposição dos trabalhadores a materiais perfuro cortantes e biológicos traz consigo um problema inerente e particular aos profissionais de saúde, em especial aos profissionais de enfermagem, na medida em que estes passam grandes parte da assistência aos cuidados diretos aos pacientes, bem como manipulando materiais contaminados, ocasionando grande risco de acidentes de trabalho. As principais causas de acidentes de trabalho são: a sobrecarga de trabalho, fatalidade, negligência e precariedade das condições de trabalho. Identificar os riscos de contaminação pelo HIV/AIDS em trabalhadores de enfermagem vítimas de acidentes por material perfuro cortante. Este estudo trata-se de uma revisão bibliográfica. Para aquisição dos artigos, os pesquisadores acessaram o portal da Biblioteca Virtual em Saúde - BSV que agrega dados bibliográficos em ciências da saúde. A coleta de dados foi realizada a partir de artigos indexados com as seguintes palavras-chaves: HIV/AIDS; perfuro-cortante; Equipamentos de proteção individual (EPIs), entre os meses de agosto a outubro de 2016. A partir da década de 80, com o alarme das publicações e debates sobre AIDS, profissionais de saúde atemorizaram-se com a possibilidade de contrair a doença em acidentes com materiais contaminados com secreções e fluidos, comuns em materiais cortantes e perfurantes. Sobre as características dos acidentes, foram analisadas as variáveis: parte do corpo atingida, material biológico envolvido, objeto causador do acidente. Essas variáveis foram selecionadas para análise, visando planejamento de estratégias para a prevenção desses acidentes de trabalho. Em relação aos trabalhadores das instituições de