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CAIXA DO SABER COMO ESTRATÉGIA NA EDUCAÇÃO EM SAÚDE SOBRE TUBERCULOSE

Feitosa MTS1, Correia C.A2, Silva CO3, Silva J.T.B4, Farias MP5, Cardoso M.D6
A tuberculose é uma doença infecciosa causada por uma bactéria, que acomete geralmente os pulmões, mas pode ocorrer em qualquer outro órgão ou ainda se desenvolver ao mesmo tempo em vários órgãos. Ainda é considerada uma doença negligenciada mesmo apresentando tratamento totalmente gratuito e de fácil acesso a população em geral. Nesses moldes, tem-se a necessidade de montar estratégias que facilitem a educação em saúde sobre a doença, com o objetivo de propagar informação e melhorar os indicadores epidemiológicos. Desenvolver e aplicar estratégia para esclarecer a temática sobre tuberculose voltada a crianças e adolescentes de escolas públicas da cidade do Recife-PE. Trata-se de um estudo descritivo, do tipo relado de experiência, ocorrido no período de março a novembro de 2016, durante atividades da extensão universitária Saber Tuberculose, que são realizadas em escolas públicas da cidade do Recife-PE. Antes de cada ação educativa sobre tuberculose ocorre um planejamento do grupo sobre o material didático que irá ser utilizado dependendo do espaço físico e do público alvo. A “caixa do saber” foi pensada para melhorar a dinâmica das ações que tinham crianças e adolescentes como alvos. A partir daí montou-se um jogo de perguntas e respostas, o qual abordava conhecimentos científicos e empíricos sobre a doença. O jogo funcionava de forma pela qual a sala era dividida entre meninos e meninas e a cada rodada um representante do grupo respondia questões do tipo: “Cite três sintomas da tuberculose”, “Quanto tempo dura o tratamento?”,” Como é feito o diagnóstico da doença?”, “Quais os grupos mais vulneráveis?”, ”Como a tuberculose é transmitida?”, ”Depois de quanto tempo de tratamento a doença não é mais transmitida?”, ”A tuberculose só atinge o pulmão?”, o direito a resposta era concedido a cada representante de forma alternada, e após a opinião dos alunos, havia uma intervenção dos acadêmicos com maiores esclarecimentos. A equipe vencedora era premiada com brindes, o que estimulava o desempenho do grupo no geral. As ações de educação em saúde, como a descrita neste trabalho, mostram-se relevantes por proporcionar ao acadêmico uma oportunidade de disseminar conhecimento e interferir diretamente nos indicadores epidemiológicos de uma doença. Foi observada uma grande satisfação e compreensão por parte dos alunos participantes do projeto na utilização da “caixa do saber”, o que auxilia e contribui para melhoria dos indicadores epidemiológicos e a redução do estigma da doença.

RECURSOS EDUCATIVOS UTILIZADOS NA SALA DE ESPERA DE UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA

Carvalho D. S.¹; Balbino E. M. S.²; Vieira D. M.³; Lima B. P. Silva4
A sala de espera objetiva garantir aos usuários que aguardam atendimento de saúde, um cuidado humanizado, a partir das suas necessidades, promovendo a aproximação entre o serviço de saúde e a comunidade. É neste cenário que profissionais da saúde podem desenvolver atividades que perpassam o cuidado, como a educação em saúde, a qual culmina na promoção da saúde. A escuta da população, a estimulação para expressão de suas preocupações, dúvidas e angústias são de suma importância nesse contexto, pois constituem forma de acolhimento e resultam em uma melhor assistência aos usuários. A utilização de recursos educativos auxilia o profissional nesse contexto, pois aproximam comunidade e serviço de saúde, facilitando a comunicação. Relatar a experiência de graduandos de um estágio integrado em saúde coletiva, na utilização de recursos educativos na sala de espera de uma Unidade de Saúde da Família (USF) no estado de Alagoas, no período de um mês. A partir da análise dos diários de campo dos estagiários, reuniram-se neste estudo as informações acerca dos recursos utilizados na sala de espera. Durante um mês, os estagiários estiveram na sala de espera em cinco momentos. Dentre as temáticas abordadas, têm-se: alcoolismo, tabagismo, suicídio, direitos sociais das gestantes e testes rápidos para HIV/AIDS, Hepatite B e Sífilis. Para o alcoolismo, foram utilizados cinco cartões, cada um contendo uma pergunta relacionada ao tema, assim, os usuários eram indagados sobre as respostas, em seguida, as perguntas e respostas foram fixadas em um mural confeccionado previamente que ao final da discussão foi deixado na USF. Com relação ao tabagismo, utilizaram-se placas de mito ou verdade, nas cores vermelha e verde, respectivamente; os estagiários forneciam assertivas e a comunidade respondia por meio das placas. Em atenção ao setembro amarelo, mês destinado à prevenção do suicídio, foi realizado um teatro mudo, no qual os estagiários circulavam pelo local com placas com escritos referentes aos fatores de risco relacionados ao suicídio. Para abordar os direitos sociais das gestantes, foi feita uma articulação entre a assistente social da USF e os estagiários, na qual foi utilizada uma “caixa surpresa” contendo imagens referentes aqueles direitos, além disso, fizeram uso de cartazes que apresentavam informações relevantes ao tema. Com relação aos testes rápidos, os usuários receberam perguntas relacionadas ao assunto e os estagiários portavam placas que apresentavam as respostas referentes às perguntas dadas, assim, eles deveriam associar pergunta e resposta. Findada a experiência, os estagiários constataram que a sala de espera é um ambiente dinâmico, heterogêneo e rotativo, influindo diretamente nos resultados das atividades de educação em saúde. Cabendo a eles e aos profissionais de saúde estarem atentos a essas características para conseguir a atenção e participação dos usuários, por meio dos recursos escolhidos.
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Acknowledgement: a brief acknowledgment of people, grant, funds et al.,.

References: References are listed in a numbered citation order at the end of the manuscript.

1. Avinaba Mukherjee, Sourav Sikdar, Anisur Rahman Khuda-Bukhsh. Evaluation of ameliorative potential of isolated flavonol fractions from Thuja occidentalis in lung cancer cells and in Benzo(a) pyrene induced lung toxicity in mice. International Journal of Traditional and Complementary Medicine, 2016; 1(1): 0001-0013.

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